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Entenda como vai ser a seleção de vagas para o FIES 2016

Anteontem, informamos que novas regras serão utilizadas nas vagas para o FIES 2016, recebemos alguns e-mails de leitores que não entenderam como esse processo vai funcionar. Por conta disso, elaboramos esse novo texto um pouco mais explicativo em relação aos critérios adotados.

Os novos critérios para seleção de vagas para o Fies 2016 contemplam as regiões do país com menor índice de desenvolvimento humano (IDH) e levam em consideração o número de estudantes que fizeram o Enem.

A relevância social das regiões nas quais as vagas são ofertadas passa a ser um dos critérios. As microrregiões prioritárias serão identificadas pelo IBGE. Os critérios a serem avaliados são:

1) A demanda por educação superior, calculada a partir de dados do Enem;
2) A demanda por financiamento estudantil, calculada a partir de dados do Fies em 2015;
3) O índice de desenvolvimento humano municipal (IDHM) da microrregião, calculado a partir da média dos municípios, com base nos estudos desenvolvidos pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Brasil (Pnud), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pela Fundação João Pinheiro;
4) De acordo com a portaria, a edição do primeiro semestre de 2016 dará prioridade a cursos das áreas de saúde, formação de professores e engenharias. São cursos considerados estratégicos para o desenvolvimento do país. Outro fator prioritário é a escolha daqueles com avaliação 5 e 4 no conceito de curso do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), para aumentar a qualidade das vagas disponíveis.

Além desses fatores, serão considerados na distribuição das vagas o índice de desenvolvimento humano (IDH) da região e a demanda por educação superior nas localidades, o que levará em conta o número de estudantes da região que realizaram o Enem.

Podem fazer a inscrição os estudantes que comprovem renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até dois e meio salários mínimos e ainda tenham participado de alguma das edições do Enem a partir de 2010, com nota mínima de 450 pontos na média das provas e nota na redação que não seja zero.

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