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Como funciona o método de correção da prova do Enem?

Para muitos estudantes acostumados às provas no colégio, a nota resultante da correção da prova do Enem é calculada de forma simples: em uma prova com 10 questões, se acertar 5, você tira 5, correto? Errado. A correção da prova do Enem funciona de forma totalmente diferente e exclusiva.

O Inep adotou uma maneira única para corrigir e classificar a pontuação das questões na correção da prova do Enem. Batizado de TRI – Teoria de Resposta ao Item – o método calcula a pontuação dada a cada uma das questões da prova de forma individual levando em consideração o seu nível de dificuldade, ou seja, questões mais fáceis terão um peso menor no cálculo final da nota e, questões mais difíceis, terão um peso maior.

Até ai tudo bem, o problema é saber como é determinado o nível de dificuldade de cada questão já que o Inep não informa (de forma realmente clara) quais as regras que definem esse nível de dificuldade.

Por conta disso é muito fácil ver reclamações nas redes sociais de amigos que acertaram mais questões que um outro, mas as notas destes que acertaram mais serem menores. Pelo que explicamos aqui, é óbvio afirmar que eles acertaram mais questões fáceis e o amigo com melhor nota, mais questões difíceis.

É claro que para obter uma boa nota na prova do Enem, é muito importante acertar o maior número de questões possíveis. Mas como explicado, o segredo real para ficar entre os candidatos com as melhores notas é acertar as questões mais complexas.

Diante de tudo isso vale lembrar de um vício ruim entre os candidatos do Enem que deve ser evitado. Que é deixar questões em branco. Como a prova é de múltipla escolha, SEMPRE ANOTE UM RESULTADO no cartão-resposta. Afinal, uma resposta certa, mesmo que “no chute”, sempre valerá algo.

Como deu para perceber, o TRI é algo complexo, o MEC mantém um pdf disponível para download dedicado a explicar a nota técnica do TRI. Para baixá-lo, clique aqui.

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